Os Pais Apostólicos: Uma Ponte entre os Apóstolos e a Igreja Primitiva

Os Pais Apostólicos: Uma Ponte entre os Apóstolos e a Igreja Primitiva

Introdução

O cristianismo primitivo, nos séculos I e II d.C., foi um período de grande fervor e crescimento. Após a ascensão de Jesus Cristo, seus seguidores, os apóstolos, dedicaram-se a espalhar a mensagem do Evangelho pelo mundo. Entre aqueles que foram influenciados por seus ensinamentos, destacaram-se os chamados "pais apostólicos".

1. Definição

Os pais apost√≥licos eram l√≠deres crist√£os que viveram e escreveram durante o per√≠odo p√≥s-apost√≥lico, entre os anos 70 e 150 d.C. Eles foram disc√≠pulos dos ap√≥stolos ou tiveram contato direto com eles, transmitindo seus ensinamentos e defendendo a f√© em um contexto de persegui√ß√Ķes.

2. Import√Ęncia

Os escritos dos pais apost√≥licos s√£o considerados de grande import√Ęncia para a hist√≥ria da Igreja primitiva. Eles fornecem informa√ß√Ķes valiosas sobre a organiza√ß√£o da Igreja, a vida dos primeiros crist√£os, a liturgia, a teologia e a moral da √©poca.

3. Autores e obras

Entre os principais pais apostólicos, podemos destacar:

Clemente de Roma: Bispo de Roma, escreveu a "Ep√≠stola de Clemente aos Cor√≠ntios", que trata de temas como a divis√£o na igreja e a import√Ęncia da obedi√™ncia aos l√≠deres.

In√°cio de Antioquia: Bispo de Antioquia, escreveu sete cartas √†s igrejas da √Āsia Menor, defendendo a divindade de Cristo e a import√Ęncia do mart√≠rio.

Policarpo de Esmirna: Bispo de Esmirna, escreveu uma carta aos Filipenses, na qual exorta os cristãos a perseverarem na fé e a viverem de acordo com os ensinamentos de Cristo.

Didaquê: Um manual de instrução para a vida cristã, que aborda temas como o batismo, a eucaristia, a oração e a vida moral.

Epístola de Barnabé: Uma carta que defende a divindade de Cristo e a necessidade de seguir a Lei de Deus.

Pastor de Hermas: Uma vis√£o aleg√≥rica que apresenta instru√ß√Ķes sobre a vida moral e a necessidade de arrependimento.

Epístola a Diogneto: Uma carta apologética que defende o cristianismo contra as críticas pagãs.

Temas abordados: Os escritos dos pais apostólicos abordam diversos temas relevantes para a fé cristã, como:

- A divindade de Cristo

- A natureza da Igreja

- A import√Ęncia do batismo e da eucaristia

- A vida moral dos crist√£os

- O papel dos líderes na Igreja

- A necessidade de perseverança na fé

- O martírio como testemunho de Cristo


Conclus√£o

Os pais apostólicos desempenharam um papel fundamental na formação da Igreja primitiva. Seus escritos, que servem como uma ponte entre os ensinamentos dos apóstolos e o desenvolvimento posterior da teologia cristã, continuam a ser uma fonte de inspiração e orientação para os cristãos de hoje.

Referências:

- Eusebius of Caesarea. (2009). Ecclesiastical history (J. Stevenson, Trans.). Hendrickson Publishers.

- Lightfoot, J. B. (1890). The apostolic fathers (Vol. 1). Macmillan and Co.

- Roberts, A., & Donaldson, J. (2007). Ante-Nicene fathers (Vol. 1). Hendrickson Publishers.


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Lição 6 Igreja Organismo ou Organização

 

Lição 6 1 trimestre 2024

Li√ß√Ķes B√≠blicas Adultos 1° trimestre 2024 CPAD

REVISTA: O CORPO DE CRISTO - Origem, Natureza e Miss√£o da Igreja no Mundo

Comentarista: Pr. José Gonçalves

Data da aula: 11 de Fevereiro de 2024


TEXTO √ĀUREO

“Escolhei, pois, irm√£os, dentre v√≥s, sete var√Ķes de boa reputa√ß√£o, cheios do Esp√≠rito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante neg√≥cio.” (At 6.3)

VERDADE PR√ĀTICA

A Igreja é um organismo vivo. Contudo, como toda estrutura viva, precisa ser organizada.

 

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Ef 5.23 

Cristo, a cabeça da Igreja

Ter√ßa - 1 Co 12.12-14 

A Igreja como um organismo vivo, o Corpo de Cristo

Quarta - At 16.4 

A Igreja organizada

Quinta - 1 Co 14.40 

Mantendo a decência e a ordem

Sexta - At 15.1-6 

Resolvendo problemas de natureza doutrin√°ria

S√°bado - 1 Co 16.1

Cuidando dos santos


LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE:

Atos 6.1-7

1  - Ora, naqueles dias, crescendo o n√ļmero dos disc√≠pulos, houve uma murmura√ß√£o dos gregos contra os hebreus, porque as suas vi√ļvas eram desprezadas no minist√©rio cotidiano.

2 - E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas.

3 - Escolhei, pois, irm√£os, dentre v√≥s, sete var√Ķes de boa reputa√ß√£o, cheios do Esp√≠rito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante neg√≥cio.

4 - Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra.

5 - E este parecer contentou a toda a multidão, e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia;

6 Рe os apresentaram ante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos.

7 - E crescia a palavra de Deus, e em Jerusal√©m se multiplicava muito o n√ļmero dos disc√≠pulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia √† f√©.


Hinos Sugeridos: 131, 455, 655 da Harpa Crist√£


PLANO DE AULA

 

1.    INTRODU√á√ÉO

Nesta li√ß√£o, temos o prop√≥sito de evidenciar a import√Ęncia da organiza√ß√£o eclesi√°stica, diferenciando-a do institucionalismo e legalismo. Para tal, tomaremos como base de estudo o exemplo da Igreja Primitiva que, embora possu√≠sse uma estrutura organizacional simples e ainda em desenvolvimento, era vis√≠vel e eficaz. Tanto que, como estudaremos, vem servindo de inspira√ß√£o para diferentes formas de governo eclesi√°stico ao longo dos s√©culos de tradi√ß√£o crist√£. Conheceremos os principais modelos vigentes nas igrejas evang√©licas do pa√≠s, incluindo o aderido pela nossa denomina√ß√£o.


2.    APRESENTA√á√ÉO DA LI√á√ÉO

A) Objetivos da Lição:

I) Aprofundar o entendimento acerca da Igreja, enquanto Corpo de Cristo, como um organismo ordenado;

II) Compreender, por meio do exemplo da Igreja Primitiva, a necessidade de organização para uma igreja viva e saudável;

III) Aprender sobre as principais formas de governo da Igreja, segundo a tradição cristã, e a escolha do modelo de nossa igreja.


B) Motiva√ß√£o: Todo organismo e organiza√ß√£o humana necessitam de ordem que, segundo o dicion√°rio da l√≠ngua portuguesa, √© “a rela√ß√£o intelig√≠vel estabelecida entre uma pluralidade de elementos; organiza√ß√£o; estrutura”. Ou seja, embora, nenhuma liturgia ou forma de governo humano seja perfeita, ela √© necess√°ria para o bem comum, para 0 desenvolvimento e boa conviv√™ncia m√ļtua de um grupo. Como Igreja de Cristo temos a maior das vantagens: um perfeito manual de conduta que √© a Palavra de Deus, bem como o Esp√≠rito Santo, nosso fiel Conselheiro.

 

C) Sugest√£o de M√©todo: Como m√©todo pedag√≥gico, propomos o uso de uma din√Ęmica, a fim de exemplificar de forma pr√°tica as li√ß√Ķes estudadas nesta aula. Previamente, imprima em tamanho grande o trecho de 1 Cor√≠ntios 12.20-27. Prepare duas c√≥pias, para dividir a classe em dois grupos. Recorte cada vers√≠culo em duas ou tr√™s partes, como um quebra-cabe√ßas, que dever√° ser igual para ambas as equipes. Explique que os grupos ter√£o alguns minutos para juntos desvendarem e montarem corretamente a passagem b√≠blica, o detalhe √© que estar√£o sem a sua refer√™ncia. Por isso, precisar√£o se organizar para descobri-la e a colocarem na ordem correta, dentro do tempo estabelecido. Enquanto mediador, v√° anotando alguns comportamentos dos integrantes, ligados ao tema da aula: a import√Ęncia da organiza√ß√£o; de uma lideran√ßa; da submiss√£o necess√°ria; da boa comunica√ß√£o; de cada um desempenhar sua fun√ß√£o; e 0 que mais julgar que enfatize a forma como um grupo de pessoas necessita de alguns crit√©rios organizacionais para o seu progresso, tanto individual quanto coletivo, em prol de uma miss√£o em comum.


3.    CONCLUS√ÉO DA LI√á√ÉO

A) Aplica√ß√£o: Muitos crist√£os n√£o compreendem a import√Ęncia do zelo quanto √† doutrina e liturgia eclesi√°sticas, confundindo-as com institucionalismo ou legalismo. De fato, precisamos ter vigil√Ęncia para n√£o incorrer nesses erros. Contudo, n√£o √© a organiza√ß√£o em si que nos incita a eles. Na Cria√ß√£o, o Esp√≠rito de Deus p√īs ordem no caos (Gn 1.2). Assim como, desde o Antigo Testamento, o Senhor j√° ensinava o seu povo, de maneira detalhada, a organiza√ß√£o e ritos necess√°rios na devida adora√ß√£o e santifica√ß√£o, em prol de uma √≠ntima comunh√£o com Ele e uns com os outros. Embora ainda em desenvolvimento, podemos observar no Novo Testamento, a import√Ęncia da organiza√ß√£o na Igreja Primitiva para uma express√£o de f√© e conviv√™ncia harm√īnica, sadia e frut√≠fera.


4- SUBS√ćDIO AO PROFESSOR

A) Revista Ensinador Crist√£o. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subs√≠dios de apoio √† Li√ß√Ķes B√≠blicas Adultos. Na edi√ß√£o 96, p-39, voc√™ encontrar√° um subs√≠dio especial para esta li√ß√£o.

B) Aux√≠lios Especiais: Ao final do t√≥pico, voc√™ encontrar√° aux√≠lios que dar√£o suporte na prepara√ß√£o de sua aula:

1) O texto “A organiza√ß√£o na Igreja de Cristo”, localizado depois do segundo t√≥pico, elucida que uma estrutura formal e ordenada na igreja vis√≠vel n√£o secundariza a condi√ß√£o espiritual do indiv√≠duo, nem a Igreja invis√≠vel.

2) O texto “O modelo de lideran√ßa assembleiano”, ao final do t√≥pico tr√™s, oferece um breve panorama hist√≥rico de como e por qual raz√£o se deu a lideran√ßa eclesi√°stica adotada pela nossa denomina√ß√£o.


Palavras-Chave: Organização e Organismo


INTRODUÇÃO

Nesta lição, vamos conhecer a Igreja como um organismo e uma organização. Veremos que não existe função sem forma nem organismo sem organização. Isso nos ajudará a evitar os extremos: uma igreja sem nenhum tipo de liderança visível; ou uma igreja estruturada em um institucionalismo ' rígido que acaba por sacrificá-la.


Conheceremos tamb√©m os tr√™s principais sistemas de governos adotados na tradi√ß√£o crist√£ ao longo dos anos e em qual, ou quais, deles a nossa igreja se enquadra. Sublinhamos que nenhum desses modelos de governo eclesi√°stico √© mal em si mesmo. Por√©m, como tudo o que √© humano, est√£o sujeitos a acertos e erros. Portanto, o padr√£o exposto no Novo Testamento deve ser buscado como par√Ęmetro.


I - A ESTRUTURA DA IGREJA CRISTÃ

1. A Igreja como organismo.

Um organismo √© visto como um conjunto de √≥rg√£os que constituem um ser vivo. Nesse aspecto, um corpo com as diferentes fun√ß√Ķes de seus √≥rg√£os e membros √© entendido como estrutura f√≠sica de um organismo vivo. Metaforicamente, a Igreja √© definida como “o corpo de Cristo” (1 Co 12.27), um organismo vivo, cuja cabe√ßa √© Cristo (Ef 5.23). Assim como um corpo funciona pela harmonia de seus membros, da mesma forma tamb√©m a Igreja (1 Co 12.12). Os membros n√£o existem independentemente um dos outros (1 Co 12.21). Portanto, como Corpo M√≠stico de Cristo, a Igreja existe organicamente.

 

2. A Igreja como organização.

A forma de organização da Igreja Primitiva era simples, todavia, existia. Por exemplo, a igreja seguia a liderança centralizada dos apóstolos (At 16.4). Dessa forma, os apóstolos doutrinavam a igreja (At 2.42); cuidavam da parte administrativa (At 4.37); instituíam lideranças locais (At 6.6; At 14.23); reuniam-se em Concilio (At 15.1-6). Por outro lado, precisamos diferenciar uma igreja organizada de uma igreja institucionalizada.

 

A organização é saudável, o institucionalismo, não. A organização permite à igreja, como estrutura social, se movimentar; o institucionalismo a enrijece e a neutraliza. Uma igreja organizada se mantém viva; uma igreja institucionalizada caminha para a morte.

 

3. Organismo e organização.

Vimos que a Igreja como o Corpo de Cristo √© um organismo vivo e uma organiza√ß√£o. Ela existe como organismo e como organiza√ß√£o. Nesse aspecto, podemos dizer que n√£o h√° organismo sem organiza√ß√£o. Todo organismo precisa de organiza√ß√£o, mesmo as estruturas mais simples. Alguns acreditam que a Igreja existe somente na forma de organismo e rejeitam toda forma de organiza√ß√£o para ela. Ent√£o, por exemplo, para essas pessoas, n√£o deve haver lideran√ßa ou estrutura alguma. Entretanto, de acordo com a B√≠blia, encontramos a Igreja como forma de organismo e de Organiza√ß√£o.


SINOPSE I

Assim como o corpo humano funciona ordenadamente pela harmonia de seus membros, da mesma forma é o Corpo de Cristo.


II   - IGREJA: UM ORGANISMO VIVO E ORGANIZADO

1. No seu aspecto local.

No contexto do Novo Testamento, a Igreja existe localmente como comunidade organizada. Dessa forma, havia a igreja que estava em Roma, Corinto, √Čfeso etc. Como um organismo vivo, a igreja do Novo Testamento era organizada. Por exemplo, ela se reunia (At 2.42) e orava (At 2.42; 12.12). Contudo, enxergava as demandas sociais que precisavam ser atendidas (At 4.35): instituiu o diaconato (At 6.2-6); elegeu lideran√ßas (At 14.23); enviou seus primeiros mission√°rios (At 13.1-4). Todos esses fatos mostram um organismo vivo agindo de forma organizada.


2. No seu aspecto lit√ļrgico e ritual.

Toda igreja organizada possui sua liturgia e rituais. A organização, portanto, é necessária para uma igreja viva. Uma igreja organizada, por exemplo, mantém a decência e a ordem no culto (1 Co 14.40). Estabelece costumes que devem ser observados (1 Co 11.16). Da mesma forma, em relação ao aspecto ritual. Nesse sentido, vemos a Igreja Primitiva batizando os primeiros crentes em águas (At 8.38,39) e realizando a Ceia do Senhor (1 Co 11.23).

 

SINOPSE II

Organização é diferente de institucionalismo. A Igreja Primitiva nos exemplifica como a ordem é importante para uma comunidade de fé sadia e eficaz.


AUX√ćLIO TEOL√ďGICO

A ORGANIZAÇÃO NA IGREJA DE CRISTO

A tend√™ncia, no curso da hist√≥ria da Igreja, tem sido oscilar entre um extremo e outro. Por exemplo: algumas tradi√ß√Ķes, como a Cat√≥lica Romana, a Ortodoxa Oriental e a Anglicana, enfatizam a prioridade da Igreja institucional ou vis√≠vel. Outras, como a dos quacres e dos Irm√£os de Plymouth, ressaltando uma f√© mais interna e subjetiva, t√™m desprezado e at√© mesmo criticado qualquer tipo de organiza√ß√£o e estrutura formal, e buscam a verdadeira Igreja invis√≠vel.

 

Conforme observa Millard Erickson, as Escrituras certamente consideram prioridade a condi√ß√£o espiritual do indiv√≠duo e sua posi√ß√£o na Igreja invis√≠vel, mas n√£o a ponto de desconsiderar ou menosprezar a import√Ęncia da organiza√ß√£o da Igreja vis√≠vel. Sugere que, embora haja distin√ß√Ķes entre a Igreja vis√≠vel e a invis√≠vel, √© importante adotarmos uma abordagem abrangente, de maneira que procuremos deixar as duas serem t√£o id√™nticas quanto poss√≠vel” (HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistem√°tica: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, p.550).

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III - O GOVERNO DA IGREJA NAS DIFERENTES TRADI√á√ēES CRIST√ÉS

1. Episcopal.

Essa palavra traduz o grego “episkopos” e aparece algumas vezes no Novo Testamento (At 20.28; 1 Tm 3.2; Tt 1.7). No contexto atual, o episcopalismo defende que Cristo confiou o governo da igreja a uma categoria de oficiais denominados de “bispos” ou “supervisores”. Com o tempo, esse sistema passou a defender a primazia de um bispo sobre o outro e terminou culminando no papado romano. Esse modelo √© seguido pelo Catolicismo, por algumas denomina√ß√Ķes protestantes e pentecostais.

 

2. Presbiteral.

O of√≠cio de presb√≠tero (gr. presbyteros) √© encontrado no Novo Testamento (At 11.30; At 15.2). Contudo, no atual sistema presbiteral a igreja elege os presb√≠teros para um Conselho. Dessa forma, o Conselho possui autoridade para conduzir a igreja local. H√° um supremo Concilio ou Assembleia Geral que exerce autoridade sobre as igrejas de uma determinada regi√£o ou pa√≠s. √Č o sistema seguido pelas igrejas reformadas e algumas igrejas pentecostais na Am√©rica do Norte.

 

3. Congregacional.

A pr√°tica de eleger os dirigentes da igreja local no contexto do Novo Testamento √© vista em Atos 14.23. Nesse atual sistema, o pastor √© eleito pela Assembleia Geral da igreja local. Assim, as igrejas locais s√£o aut√īnomas nas suas tomadas de decis√Ķes, n√£o estando sujeitas a nenhuma interfer√™ncia que venha de fora. √Č o modelo seguido pelos batistas.


4.    O sistema de governo de nossa igreja.

No contexto norte-americano, as Assembleias de Deus se aproximam mais do modelo de governo presbiteral. Por outro lado, no contexto brasileiro, nossa igreja re√ļne elementos dos sistemas episcopal e congregacional. √Č, portanto, um modelo h√≠brido. Isso porque at√© o in√≠cio dos anos 1930, a Assembleia de Deus, por haver sido fundada por batistas, seguia o modelo congregacional. Contudo, esse sistema de governo sofreu modifica√ß√Ķes a partir da cria√ß√£o da Conven√ß√£o Geral de 1930, quando elementos do modelo episcopal foram somados a sua estrutura de governo.

 

Assim, no atual modelo de governo, em sua grande maioria, embora mantenham certa autonomia administrativa em rela√ß√£o as conven√ß√Ķes Geral e Estadual, a quem s√£o filiadas, as igrejas possuem um modelo de lideran√ßa regional e local centralizado.

 

Por exemplo, a autoridade de estabelecer lideran√ßas pastorais nas igrejas locais pertence √†s Conven√ß√Ķes Estaduais. Em alguns casos, essa fun√ß√£o cabe a uma igreja-sede que preside sobre um conjunto de congrega√ß√Ķes locais a ela filiadas.

 

SINOPSE III

O modelo de estrutura organizacional no Novo Testamento inspira a tradição cristã ao longo dos anos a regulamentar seus ministérios.

 

AUX√ćLIO HIST√ďRICO

O MODELO DE LIDERANÇA ASSEMBLEIANO

As Assembleias de Deus, especialmente no Brasil, certamente em raz√£o de se constitu√≠rem inicialmente de crentes de diversos grupos evang√©licos, atra√≠dos pela cren√ßa b√≠blica do batismo no Esp√≠rito Santo, do ponto de vista administrativo, ministerial, adotaram uma posi√ß√£o intermedi√°ria mais aproximada do sistema presbiteriano. N√£o admitem hierarquia. N√£o aceitam o episcopado formal, sen√£o o conceito b√≠blico de que o pastor √© o mesmo bispo mencionado no Novo Testamento. Admitem, entretanto, o cargo separado de presb√≠tero. O presb√≠tero (anteriormente chamado ‘anci√£o’) √© o auxiliar do pastor. Por√©m, em algumas regi√Ķes, em campo de evangeliza√ß√£o das Assembleias de Deus, de certo modo, √© lhe dado cargo correspondente ao de pastor, onde, na aus√™ncia deste, ele desempenha todas as fun√ß√Ķes pastorais: unge, ministra a Ceia e batiza. Entre esses, h√° os que possuem a dignidade, capacidade e verdadeiro dom de pastor.

 

[...] Porém, na Convenção Geral de 1937, na AD de São Paulo (SP), foi debatida a questão sobre se os anciãos (presbíteros) não poderiam ser considerados pastores. Os convencionais compreenderam, citando textos como 1 Pedro 5.1, Atos 20.28 e 1 Timóteo 5.17, que, em alguns casos, parece haver uma diferença entre anciãos e anciãos com chamada ao ministério, e estabeleceram, assim, a hierarquia eclesiástica que até hoje existe nas Assembleias de Deus: diáconos, presbíteros e ministros do evangelho (pastores e evangelistas).


[...] Nas Assembleias de Deus, embora 0 trabalho do presb√≠tero tenha a sua defini√ß√£o, passou a ser tamb√©m visto como 0 pen√ļltimo cargo a ser exercido pelo obreiro, na sucess√£o das ordena√ß√Ķes, antes de ser consagrado a evangelista ou pastor” (ARA√öJO, Isael. Dicion√°rio do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, pp.715-16).


CONCLUSÃO

Nesta lição, fizemos uma análise da Igreja como organismo e organização. O que ficou claro é que as Escrituras destacam a Igreja como um organismo vivo e organizado. Nesse aspecto, juntamente com os presbíteros e diáconos, o colégio apostólico dava corpo e forma ao ministério local da igreja neotestamentária.


Embora essa igreja possuísse uma estrutura organizacional muito simples, contudo, ela existia. Por outro lado, embora não haja nenhuma norma específica de como deve ser o governo da igreja no Novo Testamento, ao longo dos anos os cristãos têm procurado se inspirar no texto bíblico para regulamentar seus ministros e ministérios.

 

REVISANDO O CONTE√öDO

1. Conceitue “organismo”.

Um organismo é visto como um conjunto de órgãos que constituem um ser vivo.


2. Caracterize a organização da Igreja Primitiva.

A forma de organização da Igreja Primitiva era simples, todavia, existia. Por exemplo, a igreja seguia a liderança centralizada dos apóstolos (At 16.4). Dessa forma, os apóstolos doutrinavam a igreja (At 2.42); cuidavam da parte administrativa (At 4.37); instituíam lideranças locais (At 6.6; At 14-23); reuniam-se em Concilio (At 15.1-6).


3. Quais fatos mostram a Igreja como um organismo vivo agindo de forma organizada?

Como um organismo vivo, a igreja do Novo Testamento era organizada. Por exemplo, ela se reunia (At 2.42) e orava (At 2.42; 12.12). Contudo, enxergava as demandas sociais que precisavam ser atendidas (At 4-35)- Instituiu 0 diaconato (At 6.2-6); elegeu lideranças (At 14.23); enviou seus primeiros missionários (At 13.1-4).

 

4. Explique o sistema de governo episcopal e congregacional.

No contexto atual, o episcopalismo defende que Cristo confiou o governo da igreja a uma categoria de oficiais denominados de “bispos” ou “supervisores”. J√° no sistema congregacional atual, o pastor √© eleito pela Assembleia Geral da igreja local. Assim, as igrejas locais s√£o aut√īnomas nas suas tomadas de decis√Ķes, n√£o estando sujeitas a nenhuma interfer√™ncia que venha de fora.


5. Explique o sistema de governo de nossa igreja.

No atual modelo de governo de nossas igrejas, a sua grande maioria, embora mantenham certa autonomia administrativa em rela√ß√£o as conven√ß√Ķes Geral e Estadual, a quem s√£o filiadas, possuem um modelo de lideran√ßa regional e local centralizado.

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Este artigo tem por objetivo auxiliar os professores da escola bíblica dominical da classe ADULTOS (CPAD)

A Igreja é o corpo de Cristo, a noiva do Cordeiro, o templo do Espírito Santo. Essas imagens nos mostram que a Igreja é uma comunidade de pessoas unidas a Cristo por meio da fé. Ela é chamada a viver em amor, unidade e serviço ao mundo.

IMAGENS QUE DESCREVEM UM RELACIONAMENTO DE CRISTO COM A IGREJA


1. A Noiva de Cristo: Um Relacionamento de Intimidade

A) Vínculo de Amor e Expectativa

A figura da "Noiva de Cristo" enfatiza a união profunda e o vínculo de amor entre a igreja e Cristo. Ela está em processo de preparação para as bodas do Cordeiro, como mencionado em Apocalipse 19:7-9. Essa imagem destaca a jornada da igreja, aguardando com expectativa a consumação final da união nos céus.


B) Preparação e Espera

Esta imagem n√£o apenas enfatiza o relacionamento, mas tamb√©m a prepara√ß√£o da igreja para o retorno de Cristo. Assim como uma noiva se prepara para o casamento, a igreja √© chamada a viver em santidade e expectativa. Mateus 25:1-13 destaca a par√°bola das virgens prudentes e insensatas, ressaltando a import√Ęncia da prepara√ß√£o.


2. A Esposa de Cristo: Uma Uni√£o Consumada

As figuras da "Noiva de Cristo (2 Coríntios 11:2) e "Esposa de Cristo ( Efésios 5:25-27; Apocalipse 19:7-9) "são ambas metáforas que descrevem a relação da igreja com Cristo, mas elas destacam aspectos distintos dessa relação.

A) Fruto da Aliança

A transição da noiva para a esposa simboliza a consumação da união. A igreja, como esposa de Cristo, experimenta a plenitude da aliança, vivendo em total comunhão com o Noivo.


B) Parceria e Cooperação

Ao descrever a igreja como esposa, enfatiza-se a parceria e cooperação. A esposa não apenas compartilha a vida com o esposo, mas também colabora ativamente no propósito divino.


C) Permanência na União

A met√°fora da esposa representa a uni√£o indissol√ļvel entre a Igreja e Cristo. Isso reflete a promessa de Cristo de estar sempre presente com a Igreja, at√© o fim dos tempos (Mateus 28:20).


3. Rebanho de Deus: Uma Relação Pastor-Ovelha (Atos 20:28)

A imagem do rebanho ressalta o cuidado e a direção que Cristo, o Pastor, proporciona à Sua igreja. João 10:11 destaca que Cristo é o Bom Pastor que dá a Sua vida pelas ovelhas, demonstrando amor e proteção.


A) Guia e Cuidado

A imagem do rebanho destaca o relacionamento pastor-ovelha, onde Cristo é o Bom Pastor que guia e cuida do Seu rebanho. Essa relação ressalta o cuidado amoroso e a liderança sábia de Cristo.


B) Comunh√£o entre as Ovelhas

Além de descrever a função, a metáfora do rebanho destaca a comunhão entre as ovelhas. O chamado pelo nome, mencionado em João 10:3, ilustra a proximidade e o conhecimento pessoal.

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C) Segurança na Sombra do Pastor

A relação pastor-ovelha proporciona uma sensação de segurança. Como mencionado no Salmo 23, as ovelhas encontram repouso na sombra do Pastor, simbolizando proteção e descanso.

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O Curso Para Professores de Escola Dominical foi criado com objetivo triplo: Capacitar os novos professores, Reciclar os professores veteranos e Divulgar a Escola Bíblica Dominical.

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Este artigo tem por objetivo auxiliar os professores da escola bíblica dominical da classe ADULTOS.

Introdução

Iniciamos um novo trimestre de descobertas por meio da inspiradora revista Li√ß√Ķes B√≠blicas Adultos, editada pela CPAD. Nos pr√≥ximos meses, mergulharemos na fascinante jornada da origem, natureza e desenvolvimento da Igreja, uma institui√ß√£o estabelecida por ningu√©m menos que o Senhor Jesus neste mundo.

1. A Miss√£o Especial da Igreja

A Igreja n√£o √© apenas um pr√©dio ou uma denomina√ß√£o, mas uma comunidade de f√© chamada para cumprir uma miss√£o especial. √Ä luz das Escrituras, compreendemos que ela existe para representar Cristo neste mundo, sendo dotada de ordenan√ßas e fun√ß√Ķes ministeriais que a capacitam para tal.

Vejamos alguns exemplos bíblicos que fundamentam a afirmação de que a Igreja não é apenas um prédio ou uma denominação, mas uma comunidade de fé chamada para cumprir uma missão especial:


Em Mateus 16:18, Jesus diz a Pedro: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela."

Em Efésios 1:22-23, Paulo escreve: "E ele [Jesus Cristo] colocou todas as coisas debaixo de seus pés e o deu por cabeça sobre todas as coisas à igreja, a qual é o seu corpo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas."


Em 1 Pedro 2:4-5, Pedro escreve: "Chegando-vos a ele, pedra viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas para Deus eleita e preciosa, vós também, como pedras vivas, sois edificados como casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo."


Estes textos bíblicos nos ensinam que a Igreja é uma comunidade de pessoas que estão unidas em torno de Jesus Cristo. Ela é o corpo de Cristo, e é chamada para representar Cristo neste mundo.


1.1. A obra do Espírito Santo

A história da Igreja atravessa os séculos, e o Espírito Santo desempenha um papel crucial em preservar sua essência. A Igreja foi chamada a viver como comunidade de fé, separada do pecado e do sistema mundano, designada para servir o Senhor e compartilhar das bênçãos em Seu Reino.

2. A Evolução do Significado de Igreja

O entendimento do que significa ser Igreja pode variar ao longo das √©pocas, mas uma perspectiva fundamental persiste desde sua origem. Conforme discutido por Stanley M. Horton em sua obra "Teologia Sistem√°tica: Uma Perspectiva Pentecostal" (CPAD, 1996), a "igreja" vai al√©m de edif√≠cios e tradi√ß√Ķes, referindo-se primariamente √†s pessoas reconciliadas com Deus por meio de Cristo.


2.1. A dimens√£o abrangente da Igreja

A palavra "igreja" pode abranger desde a comunhão local até grupos religiosos regionais ou nacionais, unindo todos os crentes nascidos de novo sob a alcunha da "Igreja do Senhor Jesus Cristo".


A dimensão abrangente da Igreja é enfatizada no Novo Testamento, que usa a palavra "igreja" para se referir a comunidades locais de crentes (por exemplo, Atos 11:22; 14:23; 1 Coríntios 1:2), bem como à comunidade universal de crentes (por exemplo, Efésios 1:22-23; 1 Pedro 2:5).


A) A dimens√£o local da Igreja

A dimens√£o local da Igreja √© importante porque √© onde os crentes s√£o discipulados, crescem na f√© e servem ao Senhor. As comunidades locais de crentes s√£o os "corpos de Cristo" (1 Cor√≠ntios 12:12), onde os crentes se re√ļnem para experimentar a comunh√£o do Esp√≠rito Santo e serem equipados para o minist√©rio.


As comunidades locais de crentes também são responsáveis por proclamar o evangelho ao mundo, cuidar dos necessitados e promover a justiça social. Elas são a vanguarda da missão da Igreja no mundo.


B) A dimens√£o universal da Igreja

A dimensão universal da Igreja é importante porque é a expressão da unidade do corpo de Cristo. Todos os crentes, de todas as épocas e lugares, são membros da mesma Igreja, que é unida pelo Espírito Santo.


A dimensão universal da Igreja é manifestada na comunhão dos crentes, na oração intercessória e no trabalho missionário. Os crentes de todo o mundo são chamados a se unirem para adorar a Deus, servir ao próximo e proclamar o evangelho ao mundo.

3. Permanecendo fiel às Escrituras

A Bíblia é a Palavra de Deus, e é a autoridade suprema para a vida e o ministério da Igreja. Ela é a fonte da nossa fé, da nossa esperança e da nossa santidade.


As Escrituras nos ensinam sobre a natureza de Deus, a salvação em Jesus Cristo, a vida cristã e a missão da Igreja no mundo. Elas nos fornecem princípios e orientação para vivermos uma vida santa e piedosa.


ūüďö A fidelidade √†s Escrituras √© importante porque nos ajuda a:


Conhecer a Deus: A Bíblia nos revela quem Deus é e o que Ele deseja para nós. Ela nos ajuda a desenvolver um relacionamento pessoal com Deus.

Crescer na fé: A Bíblia nos ensina sobre a verdade de Deus e nos ajuda a crescer na nossa compreensão da fé cristã.

Viver uma vida santa: A B√≠blia nos ensina sobre os padr√Ķes de Deus para a santidade e nos ajuda a viver uma vida que √© agrad√°vel a Ele.

Fidelidade às Escrituras e santidade

A santidade √© o estado de ser separado para Deus. √Č um processo de crescimento na semelhan√ßa de Cristo, que √© santo.


ūüéĮ A fidelidade √†s Escrituras √© essencial para a santidade da Igreja porque nos ajuda a:

ūüďĚ Identificar o pecado: A B√≠blia nos ensina sobre o pecado e nos ajuda a identificar o pecado em nossas vidas.

ūüďĚ Arrepender-nos do pecado: A B√≠blia nos ensina sobre o arrependimento e nos ajuda a nos arrependermos do pecado e buscar o perd√£o de Deus.

ūüďĚ Andar em santidade: A B√≠blia nos ensina sobre como viver uma vida santa e nos ajuda a andar em santidade.


Conclus√£o

A Igreja cristã surgiu no primeiro século da era cristã, a partir do ministério de Jesus Cristo e dos seus discípulos. Jesus reuniu um grupo de pessoas que o seguiam e o admiravam, e essas pessoas passaram a se chamar de "cristãos".


Após a morte e ressurreição de Jesus, os discípulos continuaram a se reunir e a pregar o evangelho. Eles também começaram a organizar-se em comunidades, que eram chamadas de "igrejas".


As primeiras igrejas eram pequenas e simples, mas elas cresceram rapidamente. No início do século II, já havia igrejas em muitas partes do mundo.

 

A Igreja cristã cresceu e se desenvolveu ao longo dos séculos. Ela passou por muitas mudanças, mas sempre manteve sua identidade como a comunidade dos seguidores de Jesus Cristo.

 

A origem da Igreja pode ser resumida em três pontos principais:

 

ūüôĆ Jesus Cristo: A Igreja √© fundada por Jesus Cristo, que √© o seu cabe√ßa.

ūüôĆ O Esp√≠rito Santo: O Esp√≠rito Santo √© o que capacita a Igreja a viver e a realizar a sua miss√£o no mundo.

ūüôĆ Os crist√£os: A Igreja √© formada por pessoas que creem em Jesus Cristo e que s√£o batizadas.

√Āudio Li√ß√£o 1 A origem da igreja

Blog: Ev. Jair Alves

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